Finalmente acabei de redigir minha tese de doutorado.
E queria fazer um post em homenagem ao fato.
Porém, não sei muito o que dizer.
Sei que algumas pessoas apostavam que não ia acontecer, e se eu tivesse usado uma balança adequada, daquelas que te ajudam a ponderar todas as circunstâncias, talvez tivesse desistido.
Mas eu não desisti... porque havia razões importantes para continuar, mas principalmente por ter pessoas muito especiais ao meu lado, especialmente entre novembro de 2009 e hoje.
Essas pessoas sabem muito bem quem são, não preciso nominar. Elas vivem minha vida comigo. São meu maior presente, diariamente.
Ligam, escrevem, acenam, apoiam, mesmo em silêncio, mesmo distantes...
E só quem tem amigos, tem história.
Eu tenho história. Muita.
Um dia eu conto...
Thursday, 30 June 2011
Wednesday, 1 June 2011
Isso eu pensei, e escrevi - saudade
Uma vez fiz um discurso para uma turma que segue sendo a mais especial da minha vida... mas a concorrência tá forte, viu?
"Quando eu aceitei, com alegria imensa, ser a paraninfa de vocês, eu não fazia idéia do desafio que teria ao escolher palavras para este momento. Certamente, ao final da cerimônia, eu terei pensado em tudo o que poderia ter dito e não disse, em muitas palavras cheias de significado que ficariam registradas nas recordações desta solenidade, e que me escaparam no momento em que finalmente parei para escrever esta fala.
"Paraninfo que dizer padrinho ou protetor. O que protege, orienta. Fiquei encantada ao saber do significado da palavra, entretanto não consegui me colocar nesta figura tão séria em relação a vocês.
"Entendi que a mim foi dada a oportunidade de, uma vez mais, compartilhar com vocês algumas idéias e concepções, provavelmente muito particulares, sobre suas escolhas, e sobre o futuro que de repente chegou até vocês.
"O senso comum acredita que nossa profissão está recheada de alegria, diversão e prazer o tempo todo, e que provavelmente não há nada melhor e mais tranqüilo a se fazer. Já estamos acostumados a ouvir as brincadeiras que fazem sobre nossas escolhas.
"Porém, poucos são os que de fato compreendem a dimensão deste mundo de conhecimento e informação a que fomos apresentados, e pelos quais trilhamos viagens novas e interessantes a cada dia. Também não são muitos os que entendem a multiplicidade de opções que se descortinam para os profissionais do Turismo.
"Mas importa, a nós, sabermos que nossa escolha nos permite conhecer, compreender e mostrar aos demais o que há de melhor e mais belo neste mundo, especialmente em nosso país. Nós sabemos como a atividade turística pode e deve ser estimulada para diminuir as diferenças, gerar riquezas, preservar a natureza e valorizar a cultura. E mais que isso, nós sabemos que podemos fazê-la melhor.
"Nada disso está escrito em seu diploma. Mas eu gostaria muito que estivesse gravado no coração de vocês. Ouçam sempre seu coração, pois ele indica o melhor caminho a seguir. Outros caminhos não serão verdadeiramente seus.
"Procurem manter firme dentro de vocês a vontade, a força e a coragem de ousar, como fizeram quando escolheram Turismo. Não esperem o momento chegar, porque de verdade, ele nunca chega. Vão lá, façam seu momento.
"Sejam profissionais por inteiro, íntegros e responsáveis, competentes e criativos, dando ao mundo o que vocês têm de melhor. Confiem em vocês, porque a confiança é a mais sublime forma de motivação. Insistam sempre, e mais, naquilo que faz vocês se sentirem inteiros. O sucesso e a realização serão apenas conseqüências. A satisfação será o maior presente que vocês se darão.
"Vocês são brilhantes, e sabem disso. Do contrário, não teriam sido a minha turma mais difícil. Difícil de substituir, difícil de esquecer, difícil até de explicar.
"Sinto-me especialmente feliz por ter feito parte da vida de vocês. Mais feliz por ter sido escolhida como paraninfa, e mais feliz ainda por entender que há dez anos, quando eu escolhi o Turismo, não estava errada, e que de alguma forma, nessa minha viagem pela vida, pude encontrar pessoas que aceitaram passear de mãos dadas comigo pelas curvas deste mundo.
"Muito sucesso a todos, muito obrigada e Parabéns!
"Quando eu aceitei, com alegria imensa, ser a paraninfa de vocês, eu não fazia idéia do desafio que teria ao escolher palavras para este momento. Certamente, ao final da cerimônia, eu terei pensado em tudo o que poderia ter dito e não disse, em muitas palavras cheias de significado que ficariam registradas nas recordações desta solenidade, e que me escaparam no momento em que finalmente parei para escrever esta fala.
"Paraninfo que dizer padrinho ou protetor. O que protege, orienta. Fiquei encantada ao saber do significado da palavra, entretanto não consegui me colocar nesta figura tão séria em relação a vocês.
"Entendi que a mim foi dada a oportunidade de, uma vez mais, compartilhar com vocês algumas idéias e concepções, provavelmente muito particulares, sobre suas escolhas, e sobre o futuro que de repente chegou até vocês.
"O senso comum acredita que nossa profissão está recheada de alegria, diversão e prazer o tempo todo, e que provavelmente não há nada melhor e mais tranqüilo a se fazer. Já estamos acostumados a ouvir as brincadeiras que fazem sobre nossas escolhas.
"Porém, poucos são os que de fato compreendem a dimensão deste mundo de conhecimento e informação a que fomos apresentados, e pelos quais trilhamos viagens novas e interessantes a cada dia. Também não são muitos os que entendem a multiplicidade de opções que se descortinam para os profissionais do Turismo.
"Mas importa, a nós, sabermos que nossa escolha nos permite conhecer, compreender e mostrar aos demais o que há de melhor e mais belo neste mundo, especialmente em nosso país. Nós sabemos como a atividade turística pode e deve ser estimulada para diminuir as diferenças, gerar riquezas, preservar a natureza e valorizar a cultura. E mais que isso, nós sabemos que podemos fazê-la melhor.
"Nada disso está escrito em seu diploma. Mas eu gostaria muito que estivesse gravado no coração de vocês. Ouçam sempre seu coração, pois ele indica o melhor caminho a seguir. Outros caminhos não serão verdadeiramente seus.
"Procurem manter firme dentro de vocês a vontade, a força e a coragem de ousar, como fizeram quando escolheram Turismo. Não esperem o momento chegar, porque de verdade, ele nunca chega. Vão lá, façam seu momento.
"Sejam profissionais por inteiro, íntegros e responsáveis, competentes e criativos, dando ao mundo o que vocês têm de melhor. Confiem em vocês, porque a confiança é a mais sublime forma de motivação. Insistam sempre, e mais, naquilo que faz vocês se sentirem inteiros. O sucesso e a realização serão apenas conseqüências. A satisfação será o maior presente que vocês se darão.
"Vocês são brilhantes, e sabem disso. Do contrário, não teriam sido a minha turma mais difícil. Difícil de substituir, difícil de esquecer, difícil até de explicar.
"Sinto-me especialmente feliz por ter feito parte da vida de vocês. Mais feliz por ter sido escolhida como paraninfa, e mais feliz ainda por entender que há dez anos, quando eu escolhi o Turismo, não estava errada, e que de alguma forma, nessa minha viagem pela vida, pude encontrar pessoas que aceitaram passear de mãos dadas comigo pelas curvas deste mundo.
"Muito sucesso a todos, muito obrigada e Parabéns!
Wednesday, 25 May 2011
Bigamia
Relutei uns minutos para escrever este post, mas penso que o tema é válido.
Dizem que existe um certo corporativismo feminino, e que em geral mulheres se protegem. Mas eu confesso que não sei se isso é verdade.
Embora eu tenha oficialmente me separado em 2009, descobri que a contraparte não cumpriu minimamente seu papel, e não fez a averbação do divórcio. Portanto, continuo casada. No papel, apenas, e por pouco tempo.
Mas aí, as diversas fontes que se informam via redes sociais, comunicaram que a mesma contraparte está de casamento marcado, ou planejado, ou qualquer coisa na linha. E me perguntam - não é o caso de avisar a noiva atual?
Pensei, pensei e conclui - com a valiosa colaboração 'dazamyga" - que é melhor não avisar nada. Por que não vai adiantar, na prática. Se tivessem me avisado, lá atrás, que eu estava me aproximando de alguém com sérios problemas psico-sociais, eu talvez não acreditaria. Ou melhor, eu certamente não acreditaria, pois seria "intriga da oposição".
De qualquer forma, a gente faz o que está ao nosso alcance pelo bem da humanidade. Ou pelo menos da parte da humanidade que nos cerca.
Dizem que existe um certo corporativismo feminino, e que em geral mulheres se protegem. Mas eu confesso que não sei se isso é verdade.
Embora eu tenha oficialmente me separado em 2009, descobri que a contraparte não cumpriu minimamente seu papel, e não fez a averbação do divórcio. Portanto, continuo casada. No papel, apenas, e por pouco tempo.
Mas aí, as diversas fontes que se informam via redes sociais, comunicaram que a mesma contraparte está de casamento marcado, ou planejado, ou qualquer coisa na linha. E me perguntam - não é o caso de avisar a noiva atual?
Pensei, pensei e conclui - com a valiosa colaboração 'dazamyga" - que é melhor não avisar nada. Por que não vai adiantar, na prática. Se tivessem me avisado, lá atrás, que eu estava me aproximando de alguém com sérios problemas psico-sociais, eu talvez não acreditaria. Ou melhor, eu certamente não acreditaria, pois seria "intriga da oposição".
De qualquer forma, a gente faz o que está ao nosso alcance pelo bem da humanidade. Ou pelo menos da parte da humanidade que nos cerca.
Thursday, 12 May 2011
Manifestações feministas
Minha gente!
Eu nunca fui de subir na caixa de madeira e sair gritando, ou pegar o megafone para chamar a atenção na Praça da República, mas acontecimentos recentes deixaram-me indignada a ponto de escrever este singelo post.
Eis que a pessoa completa 35 anos e, percebendo-se com a saúde um pouco alterada, abre o guia do convênio, seleciona por critérios duvidosos os especialistas em quem vai confiar, e ruma para os consultórios. Não sei se alguém já se indignou em plena consulta, mas eu já. O caso é que eu fico quieta e resignada, pensando comigo, é assim, sempre foi e não vai mudar.
Aí os tais profissionais pedem uma lista interminável de exames considerados não invasivos. Ok. Entendi. Invasivo é se te enfiam uma agulha. Tá bom. Odeio mesmo.
Agora atentem para o não invasivo:
1) Mamografia - uma maquina acionada por pistoes de ar, provavelmente, nada sutilmente esmaga as mamas do ser humano até que elas possam ser radiografadas... ficam da espessura de um papel sulfite. Nada invasivo. A gente se sente bem... chega a ser sensual até a posição de modelo de uma estatua do Michelangelo em vias de desabar.... ou melhor, Michelangelo-Miro depois do porre.
2) Citologia - te pedem para tirar a roupa, sentar na tal da maca ginecologica, e uma figura insere (nada invasivamente) alguma coisa que vai coletar material para analise, e se houver suspeita, ainda te corta um pedacinho para biópsia. Voce la, olhando para cima e contando as lâmpadas do ambiente e a figura - "e então, com o que você trabalha"?
Sério - dá para não conversar comigo? Eu juro que não acho nada normal alguém com aparelhos dentro de mim me perguntando sobre a vida...
3) Ultrassons - terceira etapa de um dia lindo, colorido... totalmente despida e emporcalhada de gel, uma terceira figura senta ao seu lado, pega um instrumento que não tem nem comprimento nem largura que possa passar perto de algo simpático, e introduz (novamente, nada invasivo) dentro do seu utero para te olhar de dentro para fora. Depois limpa o negocinho, e comeca a pressionar o seu pescoco. Logo em seguida, resolve ir e voltar, COM FORÇA, em todas as direcoes sobre os seus seios.
Detalhes - nunca é sutil, nunca é um cara lindo, nunca é sensual. Sempre parece uma atividade de estagiária do hospital russo antes de 1990.
Ao final, sorri para voce e diz - tá tudo bem, pode ir.
Como, minha cara? Como ir para algum lugar emporcalhada de gel, pensando que esse "ta tudo bem" mascara todas as doenças do universo e me sentindo um pedaço de carne dispensada no açougue?
Passado o impacto, em conversas com amigas solidárias, conclui-se que os exames foram desenvolvidos por homens.
Deixa eu acabar o meu doutorado e eu juro que vou verificar se dá para colaborar na invenção de alguma coisa que esmague as duas coisinhas que eles tem penduradinhas lá embaixo.
Eu nunca fui de subir na caixa de madeira e sair gritando, ou pegar o megafone para chamar a atenção na Praça da República, mas acontecimentos recentes deixaram-me indignada a ponto de escrever este singelo post.
Eis que a pessoa completa 35 anos e, percebendo-se com a saúde um pouco alterada, abre o guia do convênio, seleciona por critérios duvidosos os especialistas em quem vai confiar, e ruma para os consultórios. Não sei se alguém já se indignou em plena consulta, mas eu já. O caso é que eu fico quieta e resignada, pensando comigo, é assim, sempre foi e não vai mudar.
Aí os tais profissionais pedem uma lista interminável de exames considerados não invasivos. Ok. Entendi. Invasivo é se te enfiam uma agulha. Tá bom. Odeio mesmo.
Agora atentem para o não invasivo:
1) Mamografia - uma maquina acionada por pistoes de ar, provavelmente, nada sutilmente esmaga as mamas do ser humano até que elas possam ser radiografadas... ficam da espessura de um papel sulfite. Nada invasivo. A gente se sente bem... chega a ser sensual até a posição de modelo de uma estatua do Michelangelo em vias de desabar.... ou melhor, Michelangelo-Miro depois do porre.
2) Citologia - te pedem para tirar a roupa, sentar na tal da maca ginecologica, e uma figura insere (nada invasivamente) alguma coisa que vai coletar material para analise, e se houver suspeita, ainda te corta um pedacinho para biópsia. Voce la, olhando para cima e contando as lâmpadas do ambiente e a figura - "e então, com o que você trabalha"?
Sério - dá para não conversar comigo? Eu juro que não acho nada normal alguém com aparelhos dentro de mim me perguntando sobre a vida...
3) Ultrassons - terceira etapa de um dia lindo, colorido... totalmente despida e emporcalhada de gel, uma terceira figura senta ao seu lado, pega um instrumento que não tem nem comprimento nem largura que possa passar perto de algo simpático, e introduz (novamente, nada invasivo) dentro do seu utero para te olhar de dentro para fora. Depois limpa o negocinho, e comeca a pressionar o seu pescoco. Logo em seguida, resolve ir e voltar, COM FORÇA, em todas as direcoes sobre os seus seios.
Detalhes - nunca é sutil, nunca é um cara lindo, nunca é sensual. Sempre parece uma atividade de estagiária do hospital russo antes de 1990.
Ao final, sorri para voce e diz - tá tudo bem, pode ir.
Como, minha cara? Como ir para algum lugar emporcalhada de gel, pensando que esse "ta tudo bem" mascara todas as doenças do universo e me sentindo um pedaço de carne dispensada no açougue?
Passado o impacto, em conversas com amigas solidárias, conclui-se que os exames foram desenvolvidos por homens.
Deixa eu acabar o meu doutorado e eu juro que vou verificar se dá para colaborar na invenção de alguma coisa que esmague as duas coisinhas que eles tem penduradinhas lá embaixo.
Sunday, 8 May 2011
Sobre viagens
Mesmo com alguns amigos atuando seriamente na área de psicologia e psiquiatria, eu ainda não sei exatamente se sou ou não uma pessoa com TDAH. Por vezes, acho que sou, porque tudo me chama a atenção e me distrai dos focos principais... por outro lado, de repente é essa minha melhor característica, então não vou realmente ficar questionando.
O fato é que (e hoje eu resolvi abusar de expressões "lugar comum" e advérbios) há dias minha mente é invadida com lembranças intensas de minha viagem à Rússia em novembro de 2010. Foi muito interessante, mesmo, e apesar do frio e do clima acinzentado, as cores dessa viagem não me saem da mente.
E então penso um pouco mais, e devo confessar que cada viagem realizada suplanta a anterior, parecendo que foi melhor planejada, melhor aproveitada, melhor guardada na lembrança... Vejo-me pensando que Moscou superou Paris, e quase alcançou Londres no meu imaginário afetivo. Mas pode não ser verdade.
E aí descubro que sou fã de uma música bem animada, e a música me faz planejar uma viagem pelos melhores lugares para estar com uma amiga. E não vai ser Moscou. Mas poderia. É que fica meio longe ir de Moscou a NYC na mesma viagem...
E novamente estou eu pensando em várias coisas ao mesmo tempo, mas sentindo uma saudade intensa de Moscou. Acho que deixei lá algo ou alguém por descobrir...
O fato é que (e hoje eu resolvi abusar de expressões "lugar comum" e advérbios) há dias minha mente é invadida com lembranças intensas de minha viagem à Rússia em novembro de 2010. Foi muito interessante, mesmo, e apesar do frio e do clima acinzentado, as cores dessa viagem não me saem da mente.
E então penso um pouco mais, e devo confessar que cada viagem realizada suplanta a anterior, parecendo que foi melhor planejada, melhor aproveitada, melhor guardada na lembrança... Vejo-me pensando que Moscou superou Paris, e quase alcançou Londres no meu imaginário afetivo. Mas pode não ser verdade.
E aí descubro que sou fã de uma música bem animada, e a música me faz planejar uma viagem pelos melhores lugares para estar com uma amiga. E não vai ser Moscou. Mas poderia. É que fica meio longe ir de Moscou a NYC na mesma viagem...
E novamente estou eu pensando em várias coisas ao mesmo tempo, mas sentindo uma saudade intensa de Moscou. Acho que deixei lá algo ou alguém por descobrir...
Monday, 2 May 2011
Passei por aqui...
Uma amiga disse uma vez que tem uma meta mensal de posts no blog. Achei tão organizado, tão capricorniano, pensei até em assumir o padrão, mas não consegui. Se for para manter a linha da justificativa astrológica, é porque este ano é um ano de revisão de padrões, no meu caso. (Ainda farei um post somente sobre questões astrológicas...)
O meu, pelo visto, está com a média de um post mensal. Talvez porque, ao contrário do título, tudo o que tenho pensado está virando texto, e logo será publicado, e aí então poderei retomar esta mídia que tanto me agrada.
Acompanho pouquíssimos blogs. Três, para ser objetiva. Um ou outro que me recomendaram eu olhei, mas não gostei. Há outros então que a gente dá uma conferida de vez em quando só para rir mesmo, ou chorar, de vergonha alheia, sei lá...
Ando preferindo o twitter, e o facebook.
Detalhe - prefiro o twitter quando a pessoa que sigo sabe usá-lo, porque ultimamente tem gente que resolveu escrever grandes trechos no microblog e não se ligou que a gente lê ao contrário...ou seja, fica tudo absolutamente sem sentido e, portanto, chatíssimo.
No Facebook, acho tudo ótimo, exceto quando descubro que a pessoa tem um comportamento FB e outro ao vivo...resolve ser engraçadinha online, mas não se banca ao vivo. Ou então decide que vai te perturbar o dia todo a troco de não ter mais o que fazer... definitivamente, as relações humanas vão se alterar profundamente daqui para a frente, graças (ou não) a esta interação online.
As vezes eu recorro à mesma amiga lá do primeiro parágrafo, quando cita a régua do sofrimento. Fico pensando que a mesma fábrica que faz essa, faz a régua da estupidez e a régua do exibicionismo... será que vai ter campeonato online? Eu que não quero ser da banca... prefiro ficar no campeonato da falta de paciência...
O meu, pelo visto, está com a média de um post mensal. Talvez porque, ao contrário do título, tudo o que tenho pensado está virando texto, e logo será publicado, e aí então poderei retomar esta mídia que tanto me agrada.
Acompanho pouquíssimos blogs. Três, para ser objetiva. Um ou outro que me recomendaram eu olhei, mas não gostei. Há outros então que a gente dá uma conferida de vez em quando só para rir mesmo, ou chorar, de vergonha alheia, sei lá...
Ando preferindo o twitter, e o facebook.
Detalhe - prefiro o twitter quando a pessoa que sigo sabe usá-lo, porque ultimamente tem gente que resolveu escrever grandes trechos no microblog e não se ligou que a gente lê ao contrário...ou seja, fica tudo absolutamente sem sentido e, portanto, chatíssimo.
No Facebook, acho tudo ótimo, exceto quando descubro que a pessoa tem um comportamento FB e outro ao vivo...resolve ser engraçadinha online, mas não se banca ao vivo. Ou então decide que vai te perturbar o dia todo a troco de não ter mais o que fazer... definitivamente, as relações humanas vão se alterar profundamente daqui para a frente, graças (ou não) a esta interação online.
As vezes eu recorro à mesma amiga lá do primeiro parágrafo, quando cita a régua do sofrimento. Fico pensando que a mesma fábrica que faz essa, faz a régua da estupidez e a régua do exibicionismo... será que vai ter campeonato online? Eu que não quero ser da banca... prefiro ficar no campeonato da falta de paciência...
Sunday, 10 April 2011
Fracassos e Sucessos
Eis que acordei com uma inspiração diferente hoje. Já estou trabalhando há horas com um pouco mais de objetividade que nos últimos dias, e isso parece bom. Coisas que clareiam os pensamentos...
E pensando nas muitas coisas que ouvi nesta semana, fixei a atenção na diferença entre sucesso e fracasso, ou na concomitância destas ocorrências. Sucesso tem um significado diferente e particular para cada pessoa. Na parte mais óbvia da interpretação, há o que é mensurável - dinheiro, poder, convites...
Mas há o sucesso que se conquista internamente, ou seja, a conquista do status de tranquilidade consigo mesmo(a) que pouca gente atingiu. Quando muito pouco do que vem do outro te afeta.
E no caminho inverso, há o fracasso nesse sentido. Porque a pessoa pode até parecer que não tem nada - do dinheiro, do poder, dos convites, das oportunidades - mas tem a certeza de estar em paz e realizado, e sem angústias, e sem dúvidas gigantes. Vive com o prazer de quem está aproveitando os momentos, os amigos, as piadas.
O que eu sei é que recentemente uma luz se acendeu sobre um sucesso meu, em particular. O sucesso de ter enxergado o que era e o que seria a vida ao lado de um fracassado em todos os sentidos.
Mas o mais interessante - o grande fracasso dessa pessoa foi não conseguir enganar mais ninguém, nem eu, nem quem estava próximo. E este é o tipo de sucesso que se comemora em grupo. O grupo da família, dos amigos e de todos os que colaboraram ao indicar mais um, e mais um, e mais outro detalhe dos comportamentos doentios desse espírito empobrecido. E mais interessante ainda... meu maior sucesso pessoal é ter (e manter) os amigos que tenho. A família que tenho. As pessoas especiais e inteiras da minha vida.
Pois é. Sem nenhuma modéstia, quem merece, fica. Quem não merece, que se divirta em outras paragens.
E pensando nas muitas coisas que ouvi nesta semana, fixei a atenção na diferença entre sucesso e fracasso, ou na concomitância destas ocorrências. Sucesso tem um significado diferente e particular para cada pessoa. Na parte mais óbvia da interpretação, há o que é mensurável - dinheiro, poder, convites...
Mas há o sucesso que se conquista internamente, ou seja, a conquista do status de tranquilidade consigo mesmo(a) que pouca gente atingiu. Quando muito pouco do que vem do outro te afeta.
E no caminho inverso, há o fracasso nesse sentido. Porque a pessoa pode até parecer que não tem nada - do dinheiro, do poder, dos convites, das oportunidades - mas tem a certeza de estar em paz e realizado, e sem angústias, e sem dúvidas gigantes. Vive com o prazer de quem está aproveitando os momentos, os amigos, as piadas.
O que eu sei é que recentemente uma luz se acendeu sobre um sucesso meu, em particular. O sucesso de ter enxergado o que era e o que seria a vida ao lado de um fracassado em todos os sentidos.
Mas o mais interessante - o grande fracasso dessa pessoa foi não conseguir enganar mais ninguém, nem eu, nem quem estava próximo. E este é o tipo de sucesso que se comemora em grupo. O grupo da família, dos amigos e de todos os que colaboraram ao indicar mais um, e mais um, e mais outro detalhe dos comportamentos doentios desse espírito empobrecido. E mais interessante ainda... meu maior sucesso pessoal é ter (e manter) os amigos que tenho. A família que tenho. As pessoas especiais e inteiras da minha vida.
Pois é. Sem nenhuma modéstia, quem merece, fica. Quem não merece, que se divirta em outras paragens.
Subscribe to:
Posts (Atom)